Excrescência e tramóia. Foram essas as palavras usadas em nota pelo
prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), para classificar o
processo de instalação do Tribunal de Contas dos Municípios na Paraíba.
“Uma
iniciativa que evidencia a vocação perdulária dos que desrespeitam o
povo – fonte contribuinte de um Estado cada vez mais dissociado das
reais prioridades dos cidadãos e lamentavelmente em prol de um projeto
de poder que não vê limites e
sepulta a ética em favor de seus objetivos
imediatos”, disse o tucano.
Romero disse que já havia se
posicionado contra o TCM, em 2008, quando ainda deputado acompanhou o
debate na gestão do então governador Cássio Cunha Lima.
“Felizmente,
prevaleceu o bom senso à época e o projeto natimorto de um TCM na
Paraíba sucumbiu diante da grandeza dos que decidiram recuar em sintonia
com a opinião pública e o bom senso”, assinalou.
“Não restam
dúvidas sobre a tramóia bem urdida nos porões do poder, com apoio do
Palácio da Redenção, no sentido de se criar uma estrutura extremamente
cara e descartável, para acomodar apadrinhados e gerar uma ferramenta de
pressão política sobre os gestores municipais”, arrematou.
MaisPB

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