No retorno dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta quinta-feira (15), o líder da bancada de oposição, Bruno Cunha Lima (PSDB), tratou sobre as diversas temáticas envolvendo a atuação oposicionista na Casa em 2018.
O jovem tucano falou sobre a definição do nome da oposição para disputar o Governo do Estado e
também com relação a possibilidade de mais de uma candidatura do grupo.
Atuação da oposição – “Apesar do embate político tomar conta dos noticiários, nossa linha de debate é mostrar aquilo que nós passamos. A tônica da oposição será mostrar aquilo que já vivemos, bater nessa tecla, e mostrar a necessidade de virarmos uma página”.
Liderança – “Isso é uma decisão colegiada, não uma decisão só minha, ninguém decide ser líder. Deve ser dialogada com os colegas, da minha parte não tem problema algum, posso permanecer. Mas gosto da alternância de poder, para que se tenha uma construção multifacetada, a depender dos colegas posso permanecer claro, mas também posso passar o bastão”.
Definição do candidato da oposição – “Tenho dito desde o ano passado, dizendo que no momento oportuno, nem tanto perto do prazo de desincompatibilização mas também não seria uma decisão rápida. O que devemos fazer agora é definir, sobretudo o PSDB que tem se reunido nesse sentido, é definir a candidatura das oposições agora até o fim do mês de fevereiro”.
Romero ou Luciano – “É óbvio que como militante e filiado do partido, vejo com excelentes olhos a hipótese do prefeito Romero Rodrigues ser candidato a governador. Mas também preciso reafirmar que não sendo Romero, marcho com a candidatura do prefeito Luciano Cartaxo sem problema algum, trabalho da mesma forma”.
Mais de uma candidatura oposicionista – “Não, pelo contrário. Quando ano passado cogitei a hipótese de mais de uma candidatura pelo campo das oposições. Não apenas acho que pode não ser um veneno como pode ser uma solução a ser cogitada pela oposição, o lançamento de uma ou mais candidaturas por parte da oposição”.

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