Prefeito reconhece cidade entregue às ‘baratas’ e paga R$135.000 para
‘dedetizar’ município; CPI dos insetos não é descartada... Conhecida
como cidade portuária, o município de Cabedelo, localizado na região
metropolitana de João Pessoa teve destaque nos últimos dias por estar
prestes a perder a parceria com a Petrobrás, o que atrapalharia o
abastecimento nos postos de combustível em toda a Paraíba.
Depois desse impasse, agora, é a gestão do prefeito Luceninha (PMDB), do PMDB, que começa a ser devastada por possíveis ‘imoralidades’ em pagamentos para a prestação de alguns serviços, a exemplo dos altos gastos com a compra de ‘inseticidas’ e até ‘baraticidas’. Segundo denúncia feita à reportagem do PB Agora, nesta quinta-feira (15), a gestão municipal desembolsou R$ 135 mil reais, quase 200 salários mínimos, para tentar espantar a sujeira da cidade. Com o alto valor do investimento, o prefeito acaba reconhecendo que a cidade está literalmente entregue às baratas e necessita de muitos pesticidas para resolver o problema, jogando a sujeira para debaixo do tapete. Ainda conforme a denúncia, os produtos comprados pela gestão devem ser utilizados pelos próximos seis meses, ou seja, um investimento de R$ 22 mil/mês da gestão apenas para exterminar os insetos. O gasto tem provocado grande alvoroço entre os setores da oposição na cidade, que não descartam a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os altos gastos com pesticidas. Uma fonte, que preferiu anonimato, disse que a CPI dos Insetos já conta com o apoio de alguns parlamentares e pode, inclusive, receber o apoio de vereadores da bancada de situação na Casa.
Depois desse impasse, agora, é a gestão do prefeito Luceninha (PMDB), do PMDB, que começa a ser devastada por possíveis ‘imoralidades’ em pagamentos para a prestação de alguns serviços, a exemplo dos altos gastos com a compra de ‘inseticidas’ e até ‘baraticidas’. Segundo denúncia feita à reportagem do PB Agora, nesta quinta-feira (15), a gestão municipal desembolsou R$ 135 mil reais, quase 200 salários mínimos, para tentar espantar a sujeira da cidade. Com o alto valor do investimento, o prefeito acaba reconhecendo que a cidade está literalmente entregue às baratas e necessita de muitos pesticidas para resolver o problema, jogando a sujeira para debaixo do tapete. Ainda conforme a denúncia, os produtos comprados pela gestão devem ser utilizados pelos próximos seis meses, ou seja, um investimento de R$ 22 mil/mês da gestão apenas para exterminar os insetos. O gasto tem provocado grande alvoroço entre os setores da oposição na cidade, que não descartam a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os altos gastos com pesticidas. Uma fonte, que preferiu anonimato, disse que a CPI dos Insetos já conta com o apoio de alguns parlamentares e pode, inclusive, receber o apoio de vereadores da bancada de situação na Casa.
Efeito dos inseticidas:
• Desalojante – Provoca a saída do inseto de seu esconderijo. Essa
característica vai depender do grupo químico e da molécula do principio
ativo do inseticida. Geralmente os inseticidas líquidos formulados em
concentrado emulsionável causam esse efeito desalojante.
• Choque - Elimina instantaneamente o inseto. Essa característica é
importante quando não se deseja que insetos saiam perambulando pelo
ambiente depois da aplicação. A molécula Diclorvós ou DDVP foi muito
utilizada pois tinha um efeito knock-dow muito evidente e em cerca de 1
minuto fulminava os insetos. Hoje existem outras moléculas que causam
esse efeito porém são um pouco mais lentas a vantagem é que essas
moléculas pertencem a grupos químicos menos tóxicos ao homem, animais
domésticos e ao Meio Ambiente.
• Residual - Garante ação inseticida por longo tempo. Essa
característica vem sendo questionada e hoje não existem muitos
inseticidas para uso urbano que deixem um longo tempo de residual no
ambiente tratado pois, com as questões ambientais em evidência no mundo
todo não é mais aceitável que um inseticida permaneça por longos
períodos no ambiente como era a principal característica do grupo
químico dos Organoclorados = DDT (hoje proibidos).
Henrique Lima/ Márcia Dias.

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