Em 15 dias, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou mais uma
morte causada pela gripe A e notificou 40 casos de síndrome respiratória
aguda grave, na Paraíba (33,8% mais do que no boletim anterior). É o
que mostra o comparativo dos dados divulgados no dia 2 e ontem.
Dos 158 casos suspeitos de Srag, 12 (7,5%) foram confirmados para o
agente etiológico influenza A-H1N1, o mesmo que circula desde a pandemia
de 2009. Em relação ao
mesmo período do ano passado, os números de
notificações é 22 vezes maior.
Segundo a SES, 30% das notificações e seis dos oito óbitos não
tiveram nenhuma comorbidade registrada, ou seja eram pessoas
aparentemente saudáveis. Diante do cenário atual, a SES recomenda à
população e a todos os serviços de saúde do Estado intensificar as ações
de prevenção e controle da transmissão de influenza na Paraíba.
“Para prevenir, é fundamental a lavagem frequente das mãos, evitar
locais com aglomeração de pessoas e não levar crianças com gripe para a
escola. Para os profissionais, é imprescindível manter a vigilância
dentro do serviço – identificando precocemente os casos suspeitos e
intervindo oportunamente para que estes não cheguem à gravidade, podendo
culminar em óbito”, orienta a gerente de Vigilância Epidemiológica da
SES, Izabel Sarmento.
Internamento. De acordo com a chefe do Núcleo de Doenças
Transmissíveis Agudas da SES, Anna Stella Pachá, a gripe simples é
aquela em que o paciente está bem, podendo tratar tranquilamente em casa
com hidratação e repouso. Já a síndrome respiratória aguda grave é
quando o paciente tem necessidade de internamento.
Corrreio da Paraiba/assessoria

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